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As 11 Maiores Empresas de E-commerce do Brasil [2026]
O mercado de comércio online tem crescido cada vez mais, especialmente após o advento da pandemia do COVID-19. Conheça as 11 maiores empresas de e-commerce do Brasil e os players revelação que dominam o mercado digital.
As maiores empresas de e-commerce do Brasil movimentam um mercado que fechou 2025 em R$ 235,5 bilhões (ABComm) e deve superar R$ 258 bilhões em 2026. No ranking de GMV do IRTT, o Mercado Livre lidera com R$ 138,9 bilhões, à frente de Magazine Luiza, Shopee e Amazon. Os asiáticos Shopee e Shein já ocupam o topo, e o Brasil segue como o maior mercado da América Latina.
O mercado de comércio online tem crescido cada vez mais, especialmente após o advento da pandemia do COVID-19, em que as pessoas desenvolveram hábitos de consumo diretamente conectados com o ambiente digital, se adaptando rapidamente às facilidades e praticidade que ele proporciona.
Esse impulso no consumo online fez com que diversas empresas aprimorassem suas plataformas de e-commerce pensando em toda a jornada do usuário de modo a tentar proporcionar a melhor experiência. Entenda mais sobre como funciona um e-commerce na prática.
Para isso, as empresas de e-commerce de todo o Brasil fizeram otimizações e melhorias em suas plataformas, competindo pelo primeiro lugar na preferência dos consumidores digitais.
Não é atoa que desde 2019 o Brasil é o único país da América Latina a estar entre os 11 principais mercados de e-commerce do mundo, movimentando bilhões em vendas todos os anos.
O ranking mais recente vem do Instituto Retail Think Tank (IRTT), que deu continuidade aos estudos da SBVC. A medição usa GMV (volume bruto de vendas), o que coloca os marketplaces à frente do varejo tradicional:
Arraste para ver a tabela completa.
| # | Empresa | GMV estimado (2024) |
|---|---|---|
| 1 | Mercado Livre | R$ 138,9 bilhões |
| 2 | Magazine Luiza | R$ 46,1 bilhões |
| 3 | Shopee | R$ 40 bilhões |
| 4 | Amazon | R$ 39 bilhões |
| 5 | Grupo Casas Bahia | R$ 16,6 bilhões |
| 6 | Shein | R$ 15 bilhões |
| 7 | Grupo Carrefour Brasil | R$ 11,7 bilhões |
| 8 | RD Saúde | R$ 7,1 bilhões |
| 9 | GFG LatAm (Dafiti) | R$ 4,4 bilhões |
| 10 | Americanas | R$ 3,1 bilhões |
Fonte: IRTT, via Exame (2025). Os valores são estimativas de GMV e oscilam entre relatórios; a liderança do Mercado Livre é o ponto de consenso.
1. Mercado Livre
O Mercado Livre lidera com folga, sustentado por um ecossistema que junta marketplace, logística própria (Mercado Envios Full) e serviços financeiros (Mercado Pago). A base massiva de usuários e a operação verticalizada explicam a distância para o segundo colocado, e a empresa segue investindo pesado em centros de distribuição e entrega rápida no Brasil.
2. Magazine Luiza
O Magalu é o maior varejista tradicional digitalizado do país, forte em eletrodomésticos, eletrônicos, móveis e itens de alto ticket. O diferencial é a estratégia omnichannel: as lojas físicas viram pontos de apoio logístico e retirada, e a maior parte da receita já vem do digital. O marketplace foi aberto a centenas de milhares de sellers terceiros.
3. Shopee
A Shopee é o player asiático que consolidou base própria no Brasil, especialmente forte em produtos de ticket baixo e nicho. Pertence ao Sea Group, de Singapura (não confundir com o AliExpress, do grupo Alibaba). Frete subsidiado, apelo promocional e live commerce sustentam o crescimento acelerado dos últimos anos.
4. Amazon
A Amazon Brasil avança de forma consistente e já disputa as primeiras posições. A força está na logística própria (Fulfillment by Amazon) e na base Prime, que fideliza com entrega rápida. Para sellers focados em marca e atendimento premium, é um dos canais mais relevantes do país.
5. Casas Bahia, Carrefour e Americanas: o varejo tradicional digitalizado
Grupo Casas Bahia, Grupo Carrefour e Americanas completam o pelotão do varejo tradicional que migrou para o digital. São fortes em categorias de alto ticket, com parcelamento e presença física como diferenciais. A Americanas (Americanas.com, Submarino e Shoptime) opera em recuperação após a reestruturação de 2023.
6. Shein, Dafiti e RD Saúde: moda, nicho e saúde
A moda é a porta de entrada de boa parte dos lojistas brasileiros. Se é o seu caso, veja quanto custa abrir uma loja de roupas online por porte de empresa antes de dar o primeiro passo. No topo dos nichos aparecem a Shein (fast-fashion), a Dafiti (calçados e moda) e a RD Saúde (saúde e farma). Para escolher a melhor plataforma de e-commerce para o seu negócio, considere fatores como integração omnichannel.
Quem está reconfigurando o ranking
O avanço dos players asiáticos redesenhou a disputa. A Shopee (Sea Group) saiu de entrante a top 3, a Shein lidera o fast-fashion e o AliExpress (grupo Alibaba) cresce no cross-border, favorecido pela mudança tributária de 2026 que reduziu o imposto de importação. O TikTok Shop entrou como novo canal de social commerce.
Relatórios de bancos como UBS BB e BTG apontam a mesma direção: Mercado Livre, Shopee e Amazon concentram a liderança, enquanto o varejo tradicional (Magalu, Casas Bahia, Carrefour) acelera a digitalização e a estratégia omnichannel para não perder terreno.
Checklist para posicionar seu e-commerce no mercado
- Analise o ranking de empresas do seu segmento para identificar gaps
- Mapeie os concorrentes diretos e indiretos no seu nicho
- Invista em experiência do cliente como diferencial competitivo
- Considere presença em [marketplaces](/servicos/gestao-marketplace/) para ampliar alcance
- Monitore tendências de consumo e adapte seu catálogo
- Use dados de [vendas](/blog/metricas-ecommerce/) para ajustar precificação e estoque
Se você gostou de conhecer os maiores e-commerces da atualidade e entender em qual cenário ele se encontra em relação aos seus concorrentes mais próximos, visite nosso post sobre o que é um e-commerce e como funciona uma loja virtual na prática. Para uma análise mais profunda da sua operação, conheça nossos serviços de cadastro de produtos.